GT 12 da ANPEd realiza o ciclo de lives “Diálogos Curriculares” com programação mensal

(Publicado originalmente em 16 de maio de 2025, Atualizado em 10/7/2025)

Começa nesta terça-feira (15/4) o ciclo de lives Diálogos Curriculares com o GT 12 – Currículo da ANPEd, com a transmissão “Como temos enfrentado as problemáticas democráticas em pesquisas?”. Participam do debate Matheus Saldanha do Amaral Reis (UERJ) e Inez Carvalho (UFBA). A mediação será de Pedro Crespo (UERJ).

A segunda live, no dia 20/5 tem como tema “Subjetivações como acontecimentos no currículo” e conta com participação de Hugo Heleno Camilo Costa (UERJ) e Gustavo Gilson Oliveira (UFPE). A moderadora é Érika Virgílio da Cunha (UFR).

“O objetivo do ciclo é aproximar as regionais e divulgar a produção dos grupos de estudos que integram o GT 12 e divulgar o próprio grupo”, explica Rafael Honorato (UEPB), vice-coordenador do GT 12 – Currículo. “Queremos mostrar para a sociedade o que vem sendo desenvolvido enquanto pesquisa nesses diferentes grupos, diferentes regiões”, complementa.

Na ANPEd, além dos  Grupos de Trabalho nacionais por área temática, existem GTs regionais.  Saiba mais sobre os Grupos de Trabalho da ANPEd.

A live de abertura do ciclo vai trabalhar as interfaces entre currículo e democracia. Ao longo de 2025 – a intenção do GT 12 é fazer uma live por mês até novembro – serão tratados temas como currículo da pós-graduação, currículo de ensino médio, currículo de conhecimento, currículo de gênero, currículo de diferença, entre outros.

Além de envolver os grupos de estudo, também serão convidados representantes de instituições parceiras.

Como analisa Honorato, estudar, pesquisar e debate sobre currículo na atualidade é importante para compreender de que maneira as políticas educacionais, desde a década de 1990, têm caminhado na direção da homogeneização curricular, com objetivos fechados e específicos alinhados com uma visão padronizadora da educação.

“As pesquisas no Brasil, desde o final do século passado, apontam que as possibilidades de democratização, inclusão e de qualidade, precisam ser questionadas e repensadas a partir da ideia de um currículo contextual”, analisa Honorato. “Precisamos entender como os contextos têm produzido seus próprios currículos e como estes reescrevem  e rechaçam as políticas curriculares, tensionando as relações de poder que se manifestam, por exemplo, nos pacotes prontos de política de governo”, conclui o pesquisador.

Assista à primeira live:

Assista à segunda live:

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